Tenho pensado nessa escrita desdo dia 23 de Abril. Nesses dias quentes, em que a infelicidade floresce, deixando você na dúvida se é culpa da TPM, da rotina ou algo mais grave e profundo da sua psiquê. Hoje eu cheguei no ponto auge, estourado o termômetro do senso entre sanidade e loucura; rasgando meu peito, fazendo listas mentais de tudo o que não gosto na minha rotina e do quanto as minhas conquistas não são para pessoas como eu: uma possível farsa, que se interessa por tudo, não se aprofunda em nada, fala de tudo não entende nada, ajuda a todos e pensa em se jogar no mar. Mas como a maré sempre muda, daqui a pouco essa minha ressaca passa.
Há um ano atras pensei que estaria tudo diferente, hoje eu tenho que apertar o cinto de segurança, porque o meu voo ta turbulento. Parece que a maré não ta pra brincadeira, perdeu seus cabelos, e ta puxando meu pé; mas "quem vem com tudo não cansa". Só peço ajuda a Deus, Nossa Senhora e São Jorge. Minha mãe Meu pai e aquele que me protege.
Xô, sai pra lá! Se alguém quer me ver cair, pode ate ver, mas vai me ver também me arrastando, porque eu não vou parar. Se alguém quer me ver mal, pode ate ver minhas lágrimas, mas também vai ver eu sorrindo. Eu tenho força para levantar, eu tenho quem me levante, eu tenho tantas coisas, que merecendo ou não, eu consegui... e não vou deixar de seguir meu caminho.
No meu peito, sem a medalha. No meu peito, sem ir em um local algum. No meu peito, agradecendo em casa, em todo meu ser. No meu peito, e na força que reside em mim. Eu tenho um santo guerreiro, que ta comigo nas batalhas, nas alegrias e conquistas da vida.
Eu tenho muito pra chorar, realmente as coisas não estão fáceis. Mas há um ano eu não sabia o que era crescer e ser mulher. Ser mulher é ser forte (por mais que lutemos para não ser) e eu sou, do caralho e da buceta. As águas me chacoalham, mas não me deixam afogar. É temporal, e é clarão. Tudo e todos juntos, no dia ruim, e nos seus momentos bons.
Saravá!
segunda-feira, 29 de abril de 2019
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Changes (I'm going through changes)
Crescer é um processo, com temporais de saudade que te encharcam de melancolia. Crescer é dar tragos e tomar pileques, compreendendo o que antes era incompreendido. Crescer é florescer, mas primeiro você perde todas as suas folhas, e faz frio. É um inverno que temos, por designo divino talvez, que passar sozinhos, mesmo em meio a multidões.
Mas eu quero falar da saudade, e faz dez anos que eu a sinto com picos de intensidade. Estranho fazer coisas que a outra nunca saberá... E tanta coisa mudou, eu tanto mudei e me mudei. Virei meio mundo e fui virada pelos meus próprios passos. Planejo fazer coisas que vão muito além dos sonhos que tinha há 10 anos, mas ao mesmo tempo, eles passaram a ser tão restritos...
Acho que a cor do adulto é marrom, mas me recuso a vestir essa roupa... fico péssima. Talvez um pretinho básico, com dias de roupa pink e cintilante.
Mas ainda falando da saudade... sinto falta do contato diário da minha rotina, e de todo o local confortável no qual eu cresci, e me reconheci como parte... é estranho crescer mesmo já sendo crescida. Estranho passar por mudanças e saber que o outro também se transforma. E pensar que em algum dia você pode tocar a campainha... e tudo estar diferente.
Um passo que eu dou e nada mais está no lugar, mas pra qual direção as mudanças caminham? será uma linha contínua ou dialética? Será que eu tenho retrocessos e meio aos avanços?
Eu que sempre gostei de agito, to com medo de ser liquidificada! Não quero cair em redemoinhos, mesmo sabendo que o certo é sair nadando pelo lado... Mas e se a vida realmente for um salto no escuro? Ai, eu me jogo, sou obrigada. Detesto comodismos!
Crescer me da medo, mudar é difícil. Mas o novo sempre vem. A primavera floresce, e o verão sempre chega: quente, sensual, suado, fadigado e ao mesmo tempo cheio de disposição. Com temporais de saudade, sim, é isso mesmo. Mas as vezes é chuva de verão, trovoa, alaga, da medo, o céu fica cinza, mas depois o Sol vem. Não podemos desesperar... ate porque no final das contas o que queremos é a marquinha do biquíni e beber uma cerveja gelada.
Eu vou deixa o mar bater, o vento me bagunçar! Vou pra cima, pra batalha (junto aos meus), pras mudanças, pra vida.... mesmo sendo isso tudo, essa confusão, esse jogo de sorte (e nem tanta sorte assim).
Mas eu quero falar da saudade, e faz dez anos que eu a sinto com picos de intensidade. Estranho fazer coisas que a outra nunca saberá... E tanta coisa mudou, eu tanto mudei e me mudei. Virei meio mundo e fui virada pelos meus próprios passos. Planejo fazer coisas que vão muito além dos sonhos que tinha há 10 anos, mas ao mesmo tempo, eles passaram a ser tão restritos...
Acho que a cor do adulto é marrom, mas me recuso a vestir essa roupa... fico péssima. Talvez um pretinho básico, com dias de roupa pink e cintilante.
Mas ainda falando da saudade... sinto falta do contato diário da minha rotina, e de todo o local confortável no qual eu cresci, e me reconheci como parte... é estranho crescer mesmo já sendo crescida. Estranho passar por mudanças e saber que o outro também se transforma. E pensar que em algum dia você pode tocar a campainha... e tudo estar diferente.
Um passo que eu dou e nada mais está no lugar, mas pra qual direção as mudanças caminham? será uma linha contínua ou dialética? Será que eu tenho retrocessos e meio aos avanços?
Eu que sempre gostei de agito, to com medo de ser liquidificada! Não quero cair em redemoinhos, mesmo sabendo que o certo é sair nadando pelo lado... Mas e se a vida realmente for um salto no escuro? Ai, eu me jogo, sou obrigada. Detesto comodismos!
Crescer me da medo, mudar é difícil. Mas o novo sempre vem. A primavera floresce, e o verão sempre chega: quente, sensual, suado, fadigado e ao mesmo tempo cheio de disposição. Com temporais de saudade, sim, é isso mesmo. Mas as vezes é chuva de verão, trovoa, alaga, da medo, o céu fica cinza, mas depois o Sol vem. Não podemos desesperar... ate porque no final das contas o que queremos é a marquinha do biquíni e beber uma cerveja gelada.
Eu vou deixa o mar bater, o vento me bagunçar! Vou pra cima, pra batalha (junto aos meus), pras mudanças, pra vida.... mesmo sendo isso tudo, essa confusão, esse jogo de sorte (e nem tanta sorte assim).
segunda-feira, 11 de junho de 2018
my valentine
Pensar na pessoa que se
ama é como querer ficar a beira d’água esperando que o riacho, alguma hora,
esbarre de correr. (Eu que não sei quase nada do mar. Maria Bethânia)
Eu sei que a esta hora, a
exatamente meia-noite e vinte e oito minutos, do dia onze de junho, eu deveria
estudar, ou dormir. Amanha eu trabalho, e vou ficar bem mal, cheia de sono… e
ainda vou querer te ver, e talvez ir dormir com você. Mas to aqui, tocada com a
vida e os sentimentos, estou aqui nesse teclado horrível que ainda não me
acostumei, ouvindo Maria Bethânia.
Acho que essa primeira parte eu deveria cortar desse escrito. Afinal, esse escrito deveria ser uma das mil declarações em forma de texto que eu dedico a você. E não fica bonito toda essa minha ladainha, ate porque eu não sou nenhuma Clarice Lispector, ou Machado de Assis, ou Vinícius de Morais, pra ficar nessa de papo furado, de conversa do autor, ou da personagem, com a própria história. Mas sei la, talvez eu seja um pouco eles, ou influenciada por eles… nos meus sentimentos profundos, melosos e intensos. Acho mesmo que eu queria era fazer literatura e escrever livros e poemas de amor.
Eu gosto de mudanças,
transformações, coisas saltitantes, coloridas e felizes, você sabe, né? Acho
que dos meus encontros da vida, você é quem mais me entende, ou mais me
conhece, ou mais me completa. Nossa conexão é diferente, ou pode ser igual,
igual a tudo que os livros e canções chamam de amor. Será que amar é isso? Essa
coisa tão indescritível que te deixa meio idiota e ao mesmo tempo tão seguro. E
inseguro, mas tranquilo.
Eu sei que falo muitas
coisas, mas as vezes eu não sei o que dizer. Não sou tão corajosa quanto pareço
ser, acho que metade é blefe, e a outra é a necessidade de seguir em frente.
Mas já me livrei de alguns fardos, como o de querer dar respostas as coisas, ou
achar que posso mudar tudo, ate as coisas que não dependem de mim. Isso é
maturidade, tenho pensado. Mas também é um pouco de agonia. Ainda sou bastante
ansiosa, e as vezes tenho certeza que eu deveria cuidar disso. Eu já te contei
de uma época difícil, de muita ansiedade e pânico. E também já te contei o
quanto de medo eu tenho de que esses momentos voltem. Eu sou uma covarde na
verdade, não consigo enfrentar algumas coisas, ou pedir ajuda. Mas metade é
necessidade de seguir em frente e a outra metade é blefe. E com isso me sinto
um pouco foda! Seguir em frente também é coragem, acabei de entender isso. Sim,
porque não seria?
Escrever tudo isso me fez
chorar. Mas não era essa a intenção, e nem te comover. A intenção era de fazer
um belo texto do dia dos namorados. Daqueles bem elaborados, e assim sim,
dignos de lágrimas. Mas eu não importo de você saber que eu choro, nem de fazer
desse texto um grande desabafo. Nosso toque, no abraço, revela muito mais do
que essas letras nesse fundo branco da página do LibreOffice. Ou uma noite no
motel.
Você é um encontro, de
almas, daqueles que eu achava que não mereceria encontrar. Eu que tão nova já
sofrida, tão nova já causando sofrimento. Eu que tão inexperiente ganhei
experiência, Eu tão sem querer fui ganhando ate o que não queria. E nessa roda
da vida, nessas idas e vindas, encontrando pessoas que fazem conhecer outras
pessoas, em espaços novos com novos rostos. Hoje estou aqui. E lembro a
primeira vez que te vi, e como nunca imaginei. Mas te vi, reparei seu sorriso.
Também lembro quando eu não acreditei que você tava me querendo, de como achei
estranho você me paquerando no olhar, no Pier 2000, eu suja de neon e dor de
ouvido. E também me lembro de como eu me interessei por você e nunca mais quis largar.
O ultimo paragrafo me reservo. Não parece, mas gosto de intimidade.
[ana carolina ~~]
segunda-feira, 12 de março de 2018
Primeiro trimestre
Quando eu tô triste eu gosto de escrever, e escrever.... como se escrever não gastasse tempo, como se escrever não me desse cansaço... como se... e é.
É como quando estouramos uma bola cheia de água, e a água diante ao susto se espalha e se liberta. É como se mesmo que eu não conseguisse entender eu entendesse.
Quando eu tô triste eu me aproveito para escrever, como se esse meu rompante sentimental fosse natural, fluido e constante... e é.
É como a volta da respiração de quem estava se afogando. É como fazer amor fingindo falar que é só sexo mesmo sendo.
Quando eu tô triste... Eu tô triste. Eu tô triste? Ou só quero escrever para esquecer ou me distrair?
A rotina torturante, os amores angustiantes, os amores amantes, os amores casantes, os amores .... amor pela vida, pelos caminhos... que as vezes não são retos como as linhas do caderno. E talvez por isso eu escreva e escreva e escreva pra desafogar o coração afogando as palavras.
[ana carolina~~]
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
tempo presente
Nesse dia quente, chuvoso e cinza, eu queria ter um boa câmera para fotografar o morro São João. Eu queria poder fotografar o enquadramento perfeito que os meus olhos, com a ajuda dos óculos, fazem diante da vida... as cores fortes da flor do meu quintal, da fiação que corta o céu, das gotas de chuvas remanescentes nas folhas do pinheiro. Queria fotografar a silhueta das montanhas, de como, de forma tão delicada as nuvens se movimentam e se dissolvem; mostrar as paletas de cores que se pintam quando olho para o horizonte.
Queria registrar o dia de hoje, quando abri a janela do segundo andar, e dei de cara com o dia, com a chuva, com o vento fresco que me tocava, com as pessoas que passavam de bicicleta... eu não as conheço, mas me são ta familiar. Queria registrar minha história no bairro onde cresci, os olhos que sempre vejo, o sofá que me deito e me deitei para pensar, para sonhar, para ler, para me esquecer.
Ainda, nessa tarde abafada, quando a chuva acabou e o céu ainda não descobriu a sua cor, eu fico me perguntando quando olho da janela, para a avenida, se eu sentirei saudades... e eu sei que sentirei. Mais uma vez eu queria ter uma câmera, de alta definição, para poder registrar o que vejo de segunda a sexta.... talvez não só a paisagem, não to somente o tráfego de veículos, pessoas e bicicletas. Queria fotografar o amor que eu sinto pelas pessoas que fazem parte desse momento e desse lugar. E talvez quando revelasse essa fotografia, o que se veria tons de rosado, alaranjado, avermelhado... como talvez será o entardecer, quando eu abrir a janela, no dia da revolução.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Canto da sereia ( e as águas do amor).
A vida é uma grande caminhada, como insiste dizer os mais velhos. Ou é como uma ponte com um rio embaixo, como dizia o meu pai. Até hoje, diante das intensas reflexões, eu ainda não sei, e talvez nunca saberei, como a vida é... se ela é predestinada, desavisada, uma aventura, ou simplesmente, como eu gosto de dizer, uma loucura! Eu só sei que eu gosto de descrever meus momentos como se ela fosse um mar, que me afoga, que me salva, que me joga para a areia, que me limpa, purifica e sufoca.
Mas hoje eu não quero falar de mar, ou falar da vida e suas razões desconhecidas. Hoje quero falar de você, mesmo não sabendo escolher as palavras, ou cometendo o erro de já ter dito todas, e assim, ser repetitiva. Quero falar do formato dos seus olhos, não, mais do que isso! Quero falar do seu olhar, que me acertou, como flecha. Quero falar da profundidade que esse olhar me causa, da imensidão que ele transborda, dos seus mistérios e sedução. Olhar de sereia que me encanta, que canta, que me leva para as profundezas de você.
Mas não pense que eu sou mais uma apaixonada, das outras tantas que você já encantou. Eu não sei nadar mas não me afogo, eu não sei prender respiração mas mergulho. Eu transito sobre os mais profundos desconhecidos e não tenho medo das surpresas, das descobertas, do desconhecido. Mas isso não importa... não hoje, não agora. Eu quero falar de você, do seu sorriso! Na primeira vez que eu o percebi, do seu encanto que desde de então me ilumina, como quando os raios do sol tocam as águas e faz da natureza um dos mistérios mais lindos. Quero falar dos seus braços, seu corpo, seu sexo, seus cachos, seus lábios, seu cheiro, seu toque.... Quero falar do seu toque, que me faz sentir, que me faz arrepiar, que me faz... como quando a correnteza fria passa entre minhas coxa. Quero falar do seu toque no meu corpo, a minha cabeça no seu peito, de como é me sentir no seu abraço... mas não existem palavras para dizer tudo o que eu quero, assim como, para esse texto, não existe fim.
Queria conseguir falar de você, para você, nesse dia simbólico. Queria ter as respostas da vida, e te contar.
Mas não consigo, ou não sei.
Ou não quero.
Ou não vou.
Ou vou.
Talvez eu consiga te dizer, em umas das nossas noites nas quais gosto de desafiar o sono com a conversa, com os sorrisos e os beijos ardidos. Talvez eu termine esse texto, e te entregue. Talvez eu nunca termine e guarde só para mim. Porque eu sei que o meu olhar, que também vem do mar, consegue traduzir os meus sentimentos, que meus carinhos se comunicam com os seus, e que o meu caminho, que não sei até que ponto, se entrelaça no seu. E eu tenho essa certeza, mesmo insegura.
No mais, eu não sei, deixa o tempo correr, as águas dos rios caminhar. E por eu não saber tudo, como diz o poema de Manoel Barros, isso passa a explicar o resto.
[ana carolina~]
quinta-feira, 22 de junho de 2017
1/4 de década.
A vida é um sopro... num estalar de dedos (tlac)... e tudo muda. Você nunca saberá quando foi o começo, ou quando é o fim, simplesmente em um passo, você não estará no mesmo lugar. E é preciso recomeçar, e é preciso redescobri-se, é preciso aceitar e ir.
É um emaranhado de nada e tudo ao mesmo tempo. É como estar dias flutuando pelos ares, e de maneira perigosa ser jogada no chão... nessa hora, minha amiga, grude seus pés no solo, crie uma raiz forte o suficiente para aguentar a forte chuva, para aguentar passar o furacão... e depois se veja destroçar pelos meteoros da transformação, e transforme-se.
Não precisa ter medo, mas se tiver, chore. Chore, chore, como um recém nascido, joga pra fora toda a dor de renascer, mesmo não morrendo. Viva esse instante tortuoso, sinta-o, entenda, volte-se para dentro, mas floresça. Temos que florescer, re sentir o sol, fazer nossa fotossíntese, e deixarmos sermos apreciados pelos outros. Os outros podem no futuro te machucar, assim como você já machucou alguns. Mas os outros, eles, aqueles, são na verdade nós, eu, você, tu. E nós somos contraditórios, e erramos, e acertamos, e vivemos nessa vida que é única.
A vida é como um sopro, rápida como um pisca-pisca. E por isso é bela, é intensa, é múltipla, é individual, é coletiva. é. sempre no presente, sempre no agora. HOJE
Eu de cinzas, virarei fênix.
[ana carolina~]
É um emaranhado de nada e tudo ao mesmo tempo. É como estar dias flutuando pelos ares, e de maneira perigosa ser jogada no chão... nessa hora, minha amiga, grude seus pés no solo, crie uma raiz forte o suficiente para aguentar a forte chuva, para aguentar passar o furacão... e depois se veja destroçar pelos meteoros da transformação, e transforme-se.
Não precisa ter medo, mas se tiver, chore. Chore, chore, como um recém nascido, joga pra fora toda a dor de renascer, mesmo não morrendo. Viva esse instante tortuoso, sinta-o, entenda, volte-se para dentro, mas floresça. Temos que florescer, re sentir o sol, fazer nossa fotossíntese, e deixarmos sermos apreciados pelos outros. Os outros podem no futuro te machucar, assim como você já machucou alguns. Mas os outros, eles, aqueles, são na verdade nós, eu, você, tu. E nós somos contraditórios, e erramos, e acertamos, e vivemos nessa vida que é única.
A vida é como um sopro, rápida como um pisca-pisca. E por isso é bela, é intensa, é múltipla, é individual, é coletiva. é. sempre no presente, sempre no agora. HOJE
Eu de cinzas, virarei fênix.
[ana carolina~]
Assinar:
Postagens (Atom)